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Temakerias caem no gosto do consumidor

As temakerias se tornaram uma febre no país. Quando abriu uma franquia em Belém, em setembro do ano passado, a Yoi! foi pioneira naquele mercado. "Hoje já existem nove marcas por lá. E olha que Belém nem é uma das maiores capitais", diz Rogério Frug, dono da rede.

Ele chegou a cogitar ir para Vitória, no Espírito Santo, mas por lá a concorrência está entre 14 marcas. Então, para redefinir sua estratégia de crescimento, contratou um gerente de expansão e decidiu se concentrar agora no Estado de São Paulo. "Muita gente abriu e fechou por aqui. Só quem tem estrutura vai sobreviver e foi o que eu fiz, me organizei para conquistar o maior mercado do país." A Yoi! tem três lojas próprias e 11 franquias, sendo cinco unidades fora do Estado. Até o fim de agosto abre mais seis só na capital e já tem engatilhadas mais quatro até dezembro. "Acredito que caibam 50 na cidade de São Paulo e umas 15 no interior num prazo de 18 meses. Só então penso em levar a rede para fora do país. Já recebi quatro convites entre Europa e América Latina." Uma franquia da Yoi! custa R$ 150 mil com 30 lugares. O retorno é previsto em 20 meses. Segundo Frug, as unidades faturam entre R$ 80 mil a R$ 100 mil por mês e os gastos com folha ficam em R$ 7 mil , já que cada unidade opera com três funcionários - um sushiman, um garçom e um caixa. A Yoi! tem hoje 36 sabores de temakis no cardápio, mas as franquias fora do Estado têm mais variações. Em Belém e Manaus, por exemplo, entram pirarucu e tucunaré na elaboração dos cones. Açaí e cupuaçu também brilham nas sobremesas. No Rio, o que domina são os hot rolls, enroladinhos de arroz e alga.
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