Solução para a crise econômica
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O tema “crise” tem pautado as notícias diárias de quase todos os meios de comunicação em Portugal, e no mundo, pelas razões mais evidentes. Nos últimos meses o tema está quase esgotando os assuntos econômicos, mas pouco se tem falado sobre como “dar a volta à situação”.
As próprias empresas de franchising, que temos abordado ultimamente com este tema, já se dizem "fartas" de ser sempre o mesmo. Não significa que não seja uma realidade, mas, para variar, vamos falar da recuperação econômica.
Por exemplo, no setor imobiliário mais do que em qualquer outro, os empreendedores têm consciência das dificuldades que a sociedade enfrenta. Em 2009 muitos índices de vendas baixaram, mas mesmo assim, estes investidores buscam alternativas para contornar este quadro econômico.
“Atravessamos uma excelente época para lançar negócios, tendo em conta alguns aspectos importantes na atividade que desenvolvem”. Isto é o que afirma Aníbal Correia, diretor geral da Home Solutions - consultoria imobiliária. Ele ainda completa: ”Enquanto uns aguardam pelo fim da crise, outros fazem negócios e conquistam quota de mercado”, comenta Correia.
Para o dirigente da rede, a crise econômica não é um obstáculo para o crescimento de franquias. Mesmo durante este período, ele prevê alcançar, durante um ano, 10 novas lojas em Portugal. Para que isso ocorra Correia dá a dica: “Para que haja sucesso, a empresa deve ter atenção redobrada aos clientes, fidelizando-os, fazer parcerias sempre que necessário, estreitar colaboração com o franqueado, ter criatividade e muita capacidade de trabalho”, indica o diretor.
A Home Solutions iniciou a atividade em Portugal em setembro do ano passado, abrindo uma unidade própria no parque das Nações.
Armazém do Caffé
No caso particular da Armazém do Caffé - rede de cafeteria - a produção e a exportação fazem de fato toda a diferença. “ A rede não tem sentido efeito da crise, porque a estrutura de custos de uma loja nossa é muito diferente de uma loja tradicional”, diz o diretor geral da rede Hélder silva.
É evidente que Portugal não é exceção e também sente os efeitos da crise, isto porque a falta das condições financeiras e de garantias que não conseguem gerar capital necessário à implementação dos negócios. “Na realidade sabemos que estas facilidades e incentivos criados pelo governo não são bem aquilo que foi vendido pela comunicação social”, diz o responsável pela Armazém do Caffé. Trazer competitividade às empresas, falar de recuperação econômica é sobretudo não ficar à espera que melhores ventos soprem, mas sim, apostar em inovação e reforçar a vontade de levar o negócio para a frente.
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