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Entrada de um novo sócio na Fogo de Chão para mudar os planos

O plano de expansão do Fogo de Chão, segundo Arri Coser, foi concretizado apesar da crise. "Quando a crise estourou estávamos capitalizados para enfrentar as turbulências. A GP Investimentos tinha acabado de injetar dinheiro, comprando 35% do negócio", declarou Coser. Segundo ele, a empresa não precisava de mais dinheiro, mas foi importante para o crescimento ter uma parceria com a gestora de fundos de private equity. "Aconteceu no momento certo", explicou.

Coser admite que não queria a parceria, porém o irmão o convenceu. "Foi importante, mas não vejo um novo momento parecido", explicou. Ideias de franquias, mais sócios e outras modalidades de negócio não agradam a política conservadora do gaúcho, que prefere crescer "com os pés no chão". E ressalta: "nos Estados Unidos compensa pegar um dinheiro emprestado. Aqui não", declara, com convicção.

Arri acredita na frase "o olho do dono é que engorda o gado", e hoje acompanha de perto a movimentação dos restaurantes. "Até nossos garçons passam por um treinamento, em média de 15 dias para atender os clientes que vêm até a casa. É passado a eles um pouco de como era nosso jeito de servir bem os clientes."

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